(Continuação de "Um homem chamado Homem 2")
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.....Após ouvir as últimas palavras de Homem, o Aplicador sente forte a Emoção.
......-Você tem razão. Tens o direito de pensar e agir como quer, realizando a Não-atividade. Embora a realização da Não-atividade cause danos à nossa sociedade, eles não são irreversíveis, dizem Os Estudos. E a Não-atividade nos ajuda a alcaçar o Estágio de Libertação Maior.
.....-Se me libertares, o ajudarei a alcançar O Estágio de Libertação Maior. Aliás, não só a você, mas ajudarei a Todos Que Puder.
.....O Aplicador liberta os membros de Homem. Matam Policial, que realizava a Guarda, no lado de fora da Câmara Da Libertação, e o colocam amarrado, no lugar de Homem. Então, aplicam em Policial a Injeção, fazendo seu corpo desfigurar-se e alcançar o Estágio de Não-atividade Maior. O Aplicador entrega a Máscara a Homem, que ao vesti-la, passa a ter as feições de Pessoa, uma pessoa não procurada pela Força Anti-Não-Atividade.
.....Após sair da Prisão, Homem/Pessoa se dirige à Casa. Lá encontra Família. Homem/Pessoa se identifica, para que família não realize a Execução por Invasão de Domicílio. Homem/Pessoa relata os eventos da Não-atividade para Família. Após Gritos e Discussões, Homem/Pessoa convence Família dos benefícios da Não-Atividade, tornando-os recrutas do Não-Movimento, que iria difundir mundialmente a Não-Atividade como um avanço para a Existência Humana, pois os levaria ao Estágio de Libertação Maior.
.....Homem/Pessoa começa a divulgar seu Grande Plano. Para isso ele utiliza a Rede. Homem/Pessoa idealiza o Dia da Não-Atividade. No Dia, às 14:30, todos Habitantes do Mundo deverão realizar a Não-atividade ao mesmo tempo, criando assim a Grande Corrente do Nada. Ela gerará a Forte Energia, que libertará os Habitantes do Mundo das chamadas Amarras da Mente Consciente, fazendo com que com todos alcancem o Estágio de Libertação Maior.
.....Homem/Pessoa se utiliza do recurso SPAM, fazendo sua Palavra chegar a 97% dos Habitantes do Mundo. Os 3% restantes irão aderir ao Movimento por Osmose.
.....A Cúpula de Controle da Não-Atividade se preocupa com o Sucesso da Campanha SPAMica de Homem (que já não utiliza o disfarse de Pessoa, pois agora se tranca na Casa, para que não lhe apliquem o Fuzilamento. Embora sua identidade esteja protegida, teme ser delatado). O alto comando da Cúpula reforça o patrulhamento da Força Anti-Não-Atividade, na tentativa de evitar o sucesso do Grande Plano. Pouco podem fazer para impedir o seu cumprimento.
.....A Mensagem de Homem diz:
....."No dia Dia, do mês de Mês, do ano Ano, vamos ser livres. Vamos viver de forma plena. Vamos ser o que sempre quisemos, mas nunca pudemos. Vamos nos inundar da mais pura e genuína Felicidade, não dessa vendida em comprimidos. Vamos dizer para todo o Mundo que agora somos por Inteiro, que agora somos completos.
.....Para isso, junte-se ao Não-Movimento. Vamos nos unir no Dia da Não-atividade. Realizaremos a Grande Corrente do Nada, que gerará a Forte Energia, libertando a Todos, nos levando ao Estágio de Libertação Maior.
.....Para que isso aconteça, no dia Dia, do mês de Mês, do ano Ano, às 14:30, realize a Não-atividade. Ela é Ilegal e os realizadores são punidos com a Morte. Mas após a Grande Corrente do Nada isso não mais importará. Nosso Mundo será outro. Ele será NOSSO Mundo. O que sempre imaginamos em nosso Sonhos mais reprimidos. Conto com a sua participação. Eu sei que você também conta com ela.
.....Ass: O Libertador dos Sonhos
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Após um Espaço de Tempo
Chegou o esperado Dia
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Às 14:30 algo mudou
Se transformou
Se Criou
Algo nunca antes presenciado por Seres Humanos
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A Forte Energia tomou conta do Mundo
E libertou a Mente dos Homens
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Nada seria como Antes a partir de então...
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Um homem chamado Homem 2
(Recomendo que leiam antes o primeiro post, "Um Homem chamado Homem", de Março de 2009, para uma melhor compreensão deste texto...)
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Havia um Homem
Um homem chamado Homem
Homem estava na Casa. Ele realizava o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja. Era Segunda-Feira, 14:30.
O Aparelho de Telefone toca:
-Alô, Homem?
-Sim, aqui é Homem.
-Gostaria de falar com você.
-Desculpe, aqui não há ninguém chamado Você.
-Não, Homem! Não se faça de O Bobo. Gostaria de realizar a Conversa. É um Assunto Sério.
-Sim, Patrão. Realize a Fala.
-Homem, o que realizas a esta hora?
-Realizo o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja.
-Mas o Relógio marca 14:30. Seu corpo deveria estar dentro do Trabalho.
-Sim, eu tenho O Conhecimento Disso.
-Então por que se encontra na Casa?
-Eu realizo a Preguiça.
-Bom, Homem, a Humanidade toda realiza a Preguiça, de quando em vez. Mesmo assim, todos realizam diariamente o Trabalho.
-Eu tenho o Conhecimento Disso.
-Se não parar de realizar a Preguiça e começar a realizar o Trabalho, irei aplicar-lhe a Demissão.
-Mas, Patrão! E quanto a Menino? E a Mulher? E até Cachorro. Todos eles aplicam a Relação de Dependência a mim. O Trabalho nos provê O Sustento. Peço que não me aplique a Demissão.
-Para isso, deves tomar a Atitude. Realizas o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja há dias.
-Patrão... Devo realizar a Confissão.
-Pois, realize-a.
-Sinto O Vazio. Aquele. Sim, o Grande Vazio. A Inibição.
-Mas, como? Por que não realizaste a Confissão antes?
-Sinto a Vergonha. Não queria que Sociedade tomasse o Conhecimento disso.
-Devo encaminhar-lhe ao Especialista. E rápido. O Grande Vazio realiza a Contaminação de outros.
A Ambulância realizou o Transporte de Homem até o Hospital. O funcionário Especialista Médico o atendeu.
-O que tens realizado Homem? Patrão me disse que, a dias, apenas realizas o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja. Estenda o Braço. Irei aplicar-lhe a Injeção, para preencher o Grande Vazio que sentes em teu corpo. Talvez sintas o Mal-Estar. A Injeção é muito forte.
-Médico, espere. Devo lhe contar a Verdade. Na verdade... tenho realizado o Nada. O Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja é apenas uma Camuflagem da minha Não-atividade. Não queria que a Família soubesse disso. Me sinto inundado pela Vergonha.
-Mas, Homem, não tens o Conhecimento de que a realização do Nada é um crime previsto no Código Penal?
-Sim, eu tenho O Conhecimento Disso.
-Então comece imediatamente a realizar algo! Agora! Sou uma Pessoa de Princípios. Se não começar imediatamente a realizar algo irei realizar a sua Denúncia.
-Não. Por que deveria? Por que a Sociedade me impõe? Isso não é ser livre. Isso é estar na Prisão. Tenho o Direito de Nascença de realizar o Nada. Não importa o que vão pensar de mim.
-E quanto á Família?
-Sim, ele são minha única preocupação. Mesmo assim, gostaria de ensina-los que a Não-atividade é um Direito. A Sociedade nos ensina que a realização do Nada é algo errado, criminoso. Mas este crime se encontra apenas na cabeça dos homens. Ele não é Real. O Governo não pode controlar minha mente. Creio não precisar provar minha falta de Não-atividade.
-Meu Deus. Homem, tens certeza do que diz? Sabes qual é a Pena por Não-atividade?
-Sim, a Morte.
-Ainda assim, continuas a realizar o Nada?
-Sim, realizo o Nada quando sinto A Vontade.
-Esta sala possui As Câmeras.
-Não me importa. Nada me importa. Procuro obstinadamente o Nada. VIVA A ESTATICIDADE.
Neste momento a sala é invadida pela Força Anti-Não-Atividade. Homem é amarrado e levado dali. Em seu julgamento, o Juiz Do Tribunal das Atividades Humanas concede à Homem o direito de provar perante a Sociedade que é um Cidadão Ativo.
-Não. Pretendo continuar a realizar a minha Não-atividade. É um direto meu. De todos.
-Tens o conhecimento de que o Cidadão que realiza a Não-atividade é aplicado com A Morte?
-Tenho.
-Infelizmente, devo condena-lo à Aplicação De Morte Induzida.
Homem é levado para A Câmara da Libertação, nome dado à sala da Aplicação de Morte Induzida. Homem é amarrado a uma cama, seus membros imobilizados.
-Quais são suas últimas palavras? - pergunta o Aplicador.
-Como podem me condenar á Morte Por Não-atividade, se a Morte é a Não-Atividade elevada às suas últimas consequências?
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Havia um Homem
Um homem chamado Homem
Homem estava na Casa. Ele realizava o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja. Era Segunda-Feira, 14:30.
O Aparelho de Telefone toca:
-Alô, Homem?
-Sim, aqui é Homem.
-Gostaria de falar com você.
-Desculpe, aqui não há ninguém chamado Você.
-Não, Homem! Não se faça de O Bobo. Gostaria de realizar a Conversa. É um Assunto Sério.
-Sim, Patrão. Realize a Fala.
-Homem, o que realizas a esta hora?
-Realizo o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja.
-Mas o Relógio marca 14:30. Seu corpo deveria estar dentro do Trabalho.
-Sim, eu tenho O Conhecimento Disso.
-Então por que se encontra na Casa?
-Eu realizo a Preguiça.
-Bom, Homem, a Humanidade toda realiza a Preguiça, de quando em vez. Mesmo assim, todos realizam diariamente o Trabalho.
-Eu tenho o Conhecimento Disso.
-Se não parar de realizar a Preguiça e começar a realizar o Trabalho, irei aplicar-lhe a Demissão.
-Mas, Patrão! E quanto a Menino? E a Mulher? E até Cachorro. Todos eles aplicam a Relação de Dependência a mim. O Trabalho nos provê O Sustento. Peço que não me aplique a Demissão.
-Para isso, deves tomar a Atitude. Realizas o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja há dias.
-Patrão... Devo realizar a Confissão.
-Pois, realize-a.
-Sinto O Vazio. Aquele. Sim, o Grande Vazio. A Inibição.
-Mas, como? Por que não realizaste a Confissão antes?
-Sinto a Vergonha. Não queria que Sociedade tomasse o Conhecimento disso.
-Devo encaminhar-lhe ao Especialista. E rápido. O Grande Vazio realiza a Contaminação de outros.
A Ambulância realizou o Transporte de Homem até o Hospital. O funcionário Especialista Médico o atendeu.
-O que tens realizado Homem? Patrão me disse que, a dias, apenas realizas o Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja. Estenda o Braço. Irei aplicar-lhe a Injeção, para preencher o Grande Vazio que sentes em teu corpo. Talvez sintas o Mal-Estar. A Injeção é muito forte.
-Médico, espere. Devo lhe contar a Verdade. Na verdade... tenho realizado o Nada. O Sentar Em Frente Á Televisão, Com A Lata de Cerveja é apenas uma Camuflagem da minha Não-atividade. Não queria que a Família soubesse disso. Me sinto inundado pela Vergonha.
-Mas, Homem, não tens o Conhecimento de que a realização do Nada é um crime previsto no Código Penal?
-Sim, eu tenho O Conhecimento Disso.
-Então comece imediatamente a realizar algo! Agora! Sou uma Pessoa de Princípios. Se não começar imediatamente a realizar algo irei realizar a sua Denúncia.
-Não. Por que deveria? Por que a Sociedade me impõe? Isso não é ser livre. Isso é estar na Prisão. Tenho o Direito de Nascença de realizar o Nada. Não importa o que vão pensar de mim.
-E quanto á Família?
-Sim, ele são minha única preocupação. Mesmo assim, gostaria de ensina-los que a Não-atividade é um Direito. A Sociedade nos ensina que a realização do Nada é algo errado, criminoso. Mas este crime se encontra apenas na cabeça dos homens. Ele não é Real. O Governo não pode controlar minha mente. Creio não precisar provar minha falta de Não-atividade.
-Meu Deus. Homem, tens certeza do que diz? Sabes qual é a Pena por Não-atividade?
-Sim, a Morte.
-Ainda assim, continuas a realizar o Nada?
-Sim, realizo o Nada quando sinto A Vontade.
-Esta sala possui As Câmeras.
-Não me importa. Nada me importa. Procuro obstinadamente o Nada. VIVA A ESTATICIDADE.
Neste momento a sala é invadida pela Força Anti-Não-Atividade. Homem é amarrado e levado dali. Em seu julgamento, o Juiz Do Tribunal das Atividades Humanas concede à Homem o direito de provar perante a Sociedade que é um Cidadão Ativo.
-Não. Pretendo continuar a realizar a minha Não-atividade. É um direto meu. De todos.
-Tens o conhecimento de que o Cidadão que realiza a Não-atividade é aplicado com A Morte?
-Tenho.
-Infelizmente, devo condena-lo à Aplicação De Morte Induzida.
Homem é levado para A Câmara da Libertação, nome dado à sala da Aplicação de Morte Induzida. Homem é amarrado a uma cama, seus membros imobilizados.
-Quais são suas últimas palavras? - pergunta o Aplicador.
-Como podem me condenar á Morte Por Não-atividade, se a Morte é a Não-Atividade elevada às suas últimas consequências?
segunda-feira, 30 de março de 2009
Um homem chamado Homem
Havia um homem
Um homem chamado Homem
Havia um homem chamado Homem. Ele vivia em uma cidade chamada Cidade, que ficava no estado de Estado, no sudoeste de País.
-Eu amo o País.
Homem era casado com Mulher, e se amavam muito.
-Homem é o homem da minha vida.
A união de Homem e Mulher gerou um descendente, Menino. Menino era um menino muito feliz, gostava muito de brincar com seu animal de estimação, Cachorro.
Certo dia Menino pediu à Homem:
-Pai , quero ir ao Cinema.
-Que bom. O que está passando no Cinema?
-O novo filme do Diretor. "Filme"
-Me falaram muito bem desse filme.
Então Homem e Mulher resolveram sair para passear com Filho. Foram ao Shopping. Quando chegaram lá, resolveram almoçar no Restaurante.
-É um ótimo restaurante - disse Homem.
Já dentro, sentaram-se à Mesa. Chamaram o funcionário Garçom:
-Gostariamos de fazer o Pedido. O que você recomenda?
-Recomendo o Prato Grande. É delicioso.
-E para meu filho?
-Recomendo nossa última criação, o Prato Infantil; ele leva Comida e Tempero.
-Então eu vou querer um Prato Grande, ela vai querer um Prato Grande pequeno, e ele um Prato Infantil.
Depois de saírem do Restaurante, tomaram um sorvete Sorvete, e se dirigiram ao Cinema. "Filme" era uma obra-prima. Contava a História de Protagonista, um homem que se desentendia com Antagonista, pois sempre estavam lutando pelo amor de Coadjuvante. No final todos se suicidavam ingerindo altas doses de Veneno, uma substancia muito venenosa.
Mulher não conseguiu se conter:
-Estou sentindo muito a Emoção.
Na saída Menino pediu à Homem para irem na Loja de Cd's:
-Queria muito que você comprasse pra mim o novo CD da Banda. Chama-se "CD".
Foram até o local e compraram o devido produto. Menino ficou radiante:
-Obrigado! Estou sentindo muito a Emoção.
Na volta, todos resolveram escutar a obra musical adiquirida. Eram belas canções, especialmente as faixas "Primeira Faixa" e "Terceira Faixa". Como todos sentiam a Emoção muito forte neste momento, resolveram fazer a Dança, que era a moda do momento. Ela havia se popularizado através do show televisivo "Programa", no qual Apresentador sempre realizava a Dança, para a alegria de todos os telespectadores de País.
Alguns dias depois, Menino estava na Discoteca, e no momento em que DJ colocou a música "Primeira Faixa", todos começaram a fazer a Dança. Foi neste momento que Menino avistou Menina. Ele nunca havia visto uma pessoa assim. Como Menino tinha muita Timidez, continuou apenas fazendo a Dança. Até que ela foi falar com ele:
-Oi! Qual o seu nome?
-Menino. E o seu?
-Menina.
-Poxa, é um belo nome.
E Menina sorriu. Logo estavam realizando o Beijo. Mas durou pouco tempo pois Adolescente realizou a Separação:
-Se vocês realizarem o Beijo de novo, irei utilizar a Força. Menina é minha Namorada.
-Não sou mais sua Namorada. Pare de realizar a Perseguição comigo! - e se afastou.
-Fique longe de Menina - disse Adolescente.
-Eu faço O Que Quero. Assim como Menina.
Então Adolescente usou a Força e derrubou Menino no chão.
-Se encontrá-los juntos de novo, irei aplicar-lhes a Morte.
De volta na Casa, Menino relatou à Homem o ocorrido. Homem lhe instrui a aplicar a Morte em Adolescente. Apresentou-lhe à Arma:
-Se avistar Adolescente de novo, utilize a Força atravéz da Arma. Mostre que não se deve fazer isso com pessoas da família Família. Alguns dia depois, na Escola, Menino reencontrou Menina. Ficaram realizando a Conversa por um Tempo, até que Adolescente emergiu da Relva.
-Estava a observá-los. Irei utilizar a Força para provocar-lhes a Morte.
Quando Adolescente fez menção de Violência, Menino aplicou-lhe a Força. A Morte tomou conta de Adolescente. Olhando nos olhos de Menina, Menino sentiu forte o Sentimento, que foi recíproco. A Situação de Limite havia criado um Forte Laço Mútuo. E o Sentimento foi impregnado pelo Tempo:
(...)(...)(...)(...)(...)
(...) Sentimento (...)
(...)(...)(...)(...)(...)
Após um Espaço de Tempo
Não havia mais uma Menina
Havia uma Mulher
E ao seu lado
Havia um Homem
Um homem chamado Homem
Um homem chamado Homem
Havia um homem chamado Homem. Ele vivia em uma cidade chamada Cidade, que ficava no estado de Estado, no sudoeste de País.
-Eu amo o País.
Homem era casado com Mulher, e se amavam muito.
-Homem é o homem da minha vida.
A união de Homem e Mulher gerou um descendente, Menino. Menino era um menino muito feliz, gostava muito de brincar com seu animal de estimação, Cachorro.
Certo dia Menino pediu à Homem:
-Pai , quero ir ao Cinema.
-Que bom. O que está passando no Cinema?
-O novo filme do Diretor. "Filme"
-Me falaram muito bem desse filme.
Então Homem e Mulher resolveram sair para passear com Filho. Foram ao Shopping. Quando chegaram lá, resolveram almoçar no Restaurante.
-É um ótimo restaurante - disse Homem.
Já dentro, sentaram-se à Mesa. Chamaram o funcionário Garçom:
-Gostariamos de fazer o Pedido. O que você recomenda?
-Recomendo o Prato Grande. É delicioso.
-E para meu filho?
-Recomendo nossa última criação, o Prato Infantil; ele leva Comida e Tempero.
-Então eu vou querer um Prato Grande, ela vai querer um Prato Grande pequeno, e ele um Prato Infantil.
Depois de saírem do Restaurante, tomaram um sorvete Sorvete, e se dirigiram ao Cinema. "Filme" era uma obra-prima. Contava a História de Protagonista, um homem que se desentendia com Antagonista, pois sempre estavam lutando pelo amor de Coadjuvante. No final todos se suicidavam ingerindo altas doses de Veneno, uma substancia muito venenosa.
Mulher não conseguiu se conter:
-Estou sentindo muito a Emoção.
Na saída Menino pediu à Homem para irem na Loja de Cd's:
-Queria muito que você comprasse pra mim o novo CD da Banda. Chama-se "CD".
Foram até o local e compraram o devido produto. Menino ficou radiante:
-Obrigado! Estou sentindo muito a Emoção.
Na volta, todos resolveram escutar a obra musical adiquirida. Eram belas canções, especialmente as faixas "Primeira Faixa" e "Terceira Faixa". Como todos sentiam a Emoção muito forte neste momento, resolveram fazer a Dança, que era a moda do momento. Ela havia se popularizado através do show televisivo "Programa", no qual Apresentador sempre realizava a Dança, para a alegria de todos os telespectadores de País.
Alguns dias depois, Menino estava na Discoteca, e no momento em que DJ colocou a música "Primeira Faixa", todos começaram a fazer a Dança. Foi neste momento que Menino avistou Menina. Ele nunca havia visto uma pessoa assim. Como Menino tinha muita Timidez, continuou apenas fazendo a Dança. Até que ela foi falar com ele:
-Oi! Qual o seu nome?
-Menino. E o seu?
-Menina.
-Poxa, é um belo nome.
E Menina sorriu. Logo estavam realizando o Beijo. Mas durou pouco tempo pois Adolescente realizou a Separação:
-Se vocês realizarem o Beijo de novo, irei utilizar a Força. Menina é minha Namorada.
-Não sou mais sua Namorada. Pare de realizar a Perseguição comigo! - e se afastou.
-Fique longe de Menina - disse Adolescente.
-Eu faço O Que Quero. Assim como Menina.
Então Adolescente usou a Força e derrubou Menino no chão.
-Se encontrá-los juntos de novo, irei aplicar-lhes a Morte.
De volta na Casa, Menino relatou à Homem o ocorrido. Homem lhe instrui a aplicar a Morte em Adolescente. Apresentou-lhe à Arma:
-Se avistar Adolescente de novo, utilize a Força atravéz da Arma. Mostre que não se deve fazer isso com pessoas da família Família. Alguns dia depois, na Escola, Menino reencontrou Menina. Ficaram realizando a Conversa por um Tempo, até que Adolescente emergiu da Relva.
-Estava a observá-los. Irei utilizar a Força para provocar-lhes a Morte.
Quando Adolescente fez menção de Violência, Menino aplicou-lhe a Força. A Morte tomou conta de Adolescente. Olhando nos olhos de Menina, Menino sentiu forte o Sentimento, que foi recíproco. A Situação de Limite havia criado um Forte Laço Mútuo. E o Sentimento foi impregnado pelo Tempo:
(...)(...)(...)(...)(...)
(...) Sentimento (...)
(...)(...)(...)(...)(...)
Após um Espaço de Tempo
Não havia mais uma Menina
Havia uma Mulher
E ao seu lado
Havia um Homem
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