sexta-feira, 24 de abril de 2009

Soco a tua cara

Eu soco seu rosto
Com força
E grito na sua cara
enquanto o sangue escorre

Quebro os seus dentes
Com um chute
E piso na sua cabeça
Com meu sapato sujo de bosta

Espanco sua barriga
Até você vomitar
E te faço comer o vômito
Enquanto te vejo chorar

Quebro todos os seus ossos
com uma pesada marreta
E corto a sua carne
com uma navalha nojenta

Esmago suas tripas com as mãos
Enquanto chuto os restos do seu cérebro
Você é um bolo de carne putrefata
Não é mais alguém, é algo

Então te jogo no esgoto
Para os ratos te devorarem
E vomitarem
Quando perceberem que essa carne não presta

Vejam

Contemplem a beleza

A carne estourada
Amassada, fodida
Estraçalhada
Podre, nojenta
Escrota, vomitada

É como te vejo
Quando fecho os olhos
Quando sonho à noite
Quando penso em ti

Ou te encontro na rua;

Aí eu soco a tua cara

5 comentários:

Eduarda Duarte disse...

Nossa mãe... não quero encontar com vc na rua nunca! (medo)...
Quanta revolta menino! rsrsrs

Acho que vou jmandar para algum ex namoradoo!
Que c acha! rsrs
Zoaaa...

beijoos e PAZ,PAZ e PAZ! hihihi

http://papoantenado.blogspot.com/

Mila Bevilaqua* disse...

Fico sem palavras diante disso; e me perguntando: - De onde vem a inspiração!?
Nossa, quanta emoção e raiva nesse seu texto! Muito expressivo...

Um abraço, sucesso.

Rafael L. Smith disse...

Odeio essas coisas. :P

Álvaro disse...

HAHAHAUHAHAHAHHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHHAAHAHAHA!!!!

MUITO BOM HAHHAHAHAHAHHAHA

Cosmunicando disse...

que fúria hein!